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Microsoft prepara substituto para o IE
SÃO PAULO – A Microsoft está trabalhando num navegador que substituirá o Internet Explorer, que tem o nome de Gazelle.O principal apelo do browser será a segurança. Para isso, ele será concebido como um sistema operacional, para poder comandar as funções proteção de maneira independente ao computador.“O protótipo em execução e avaliação indica que um browser rodando como sistema operacional gera uma melhora significativa na segurança e compatibilidade”, diz o site de pesquisas da Microsoft.Com o anúncio, a empresa de Steve Ballmer tentará estancar as perdas de participação para outros navegadores, como o Firefox, da Fundação Mozilla, e o Chrome, do rival Google. O apelo da segurança é uma forma de diminuir o estigma de que o IE é um browser mais propenso a ataques de criminosos virtuais.Por enquanto, a Microsoft não informou datas de quando o Gazelle estará disponível aos internautas.
A é a primeira empresa no ranking do Guia de TI Verde, divulgado pelo Greenpeace, que aponta as empresas de tecnologia da informação que melhor contribuíram no ano para os esforços de mudança climática (contra o aquecimento global) e para a adoção de fontes renováveis de energia. Essa é a terceira edição do ranking, atualizado regularmente pela ONG. Uma nova versão é aguardada para ainda este ano. De acordo com a organização não governamental, a dobrou sua pontuação em relação à edição anterior, e tomou o lugar ocupado então pela IBM. O salto, para a entidade, foi devido ao trabalho de documentação e registro dos resultados obtidos com o uso de suas soluções para redução de emissões de gases efeito estufa, como a tecnologia de smart grid e de gerenciamento de energia em escritórios. A empresa também oferece calculadoras com métricas baseadas nos padrões internacionais e estabeleceu uma meta agressiva, na opinião do Greenpeace, para redução de emissões: 25% em relação a 2007, até 2012 . A Ericsson estreou no guia com a segunda posição, entre outros fatores, pela “força de seus estudos de caso” e da metodologia para medição das taxas de redução de emissões com soluções móveis. Tem uma meta de cortar 40% das emissões até 2012 (embora não um objetivo público de uso de fontes renováveis). A IBM, que liderou o ranking no ano passado, apesar de estar na frente nas reduções de suas próprias emissões, não teria sido bastante clara sobre os impactos de seus negócios na área de computação em nuvem sobre seus gastos energéticos. De um modo geral, o Greenpeace avalia que o setor evolui no desenvolvimento de tecnologias e produtos para buscar desacelerar o aquecimento global: smart grid, medidores, gerenciadores de energia residenciais, software rastreadores de emissões de carbono. Mas empresas como a própria , Microsoft, Google (que não divulgou suas metas) e IBM precisariam demonstrar, diz o relatório, que, ao construir essas soluções, garantem sua própria sustentabilidade, medindo e divulgando seus dados de economia de carbono e de energia. O ranking geral resulta da soma de pontuações das empresas em três diferentes aspectos, cada um com um peso diferente. A oferta de soluções que permitem transformações de impacto na mudança climática tem o maior peso (50 em 100) na pontuação. Em seguida, a defesa política da causa (35 pontos). Finalmente, vem a comparação com os dados de pegada de carbono: 15 pontos, sendo 10 relativos às metas de redução de emissão de gases efeito estufa que mais se aproximam, como padrão, de um corte até 2020 de 20% sobre o total emitido em 2008; e outros cinco pontos pelo uso de fontes de energia renováveis (pontuação máxima para quem conseguir uma taxa acima de 25% ou nesse total até 2012).Na opinião da ONG, as soluções capazes de induzir redução no consumo de energia e de emissão de carbono avançaram. Mas é preciso cuidado com a demanda gerada por essas próprias tecnologias

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